DIÁRIO #1: CAFÉ COM MULHERES

Eu estava pensando esses dias sobre a essência desse site!

Eu quis criá-lo para escrever, para despejar na escrita cosias que penso e sinto e, talvez, pela obrigação de fazer isso, essa essência tenha se perdido pelo caminho. Por isso, decidi escrever esses diários. Eles não terão uma data certa de publicação, vou postá-los sempre que sentir vontade ou necessidade. Neles vou contar coisas que penso, que sinto, vou falar sobre lugares que fui ou coisas que vi e ouvi, assuntos que li, eventos que participei. Tudo que eu achar que seja interessante dividir e não só problematizar. Quero usar uma linguagem mais pessoal, menos informal. Quero ser o mais autentica possível! Quero realmente despejar na escrita!

Espero que gostem, que seja um espaço para trocas. Quem sabe no futuro não expando esse canal aos leitores também! Mas, primeiro vamos ver como é que faz para ver como é que fica kkk

Ta aí primeiro 🙂


Fizemos uma cara fofa porque somos fofas mesmo!

Anteontem fizemos o segundo encontro do Café com Mulheres e, gente, como foi bom!

Nós basicamente nos encontramos para comer e discutir assuntos femininos ligados à sociedade. Enquanto comemos, falamos. Enquanto falamos, comemos. E no meio disso tudo, mudamos um pouco mais o nosso mundo!

O primeiro lotou mais, o segundo nem tanto. Mas esse número menor fez a gente discutir assuntos mais ligados a autoestima e isso foi incrível. Ás vezes a gente pensa que só nós passamos por certas coisas e quando olhamos para o lado, está lá à vida dizendo que não é bem assim.

Eu nunca pensei que ir a praia, por exemplo, fosse um problema tão grande para todas nós. Não sei o que os homens pensam sobre isso, gostaria de ouvir, mas para nós mulheres é desafiador. Porque sei lá, a gente não se sente indo só aproveitar o sol, a gente se sente na obrigação de estar bonita, na obrigação de expor nossos corpos. É algo muito louco! Falamos bastante disso!

Depois, quando cheguei em casa e olhei nossa foto (essa aí em cima) e percebi o quanto nós éramos diferentes e o quanto essa diferença era boa, era gostosa, nos unia mais. No fundo a gente não precisa deixar de ser quem a gente é para ser o que a gente é!

Escuto isso o tempo todo, mas ontem entendi!  E, entender isso valeu a pena!

Queria que mais pessoas pudessem entender isso. Queria que mais mulheres se sentissem assim!

Vocês já se sentiram assim?

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