DIÁRIO #10: O NOME DELA É JENIFER

Eu encontrei ela no tinder!

E olha, encontrar essa menina já foi uma das melhores coisas de 2019!

De verdade!

Achei muito legal o clip da música. Quando postei aqui, o diário parado no bailão eu acabei ouvindo a música inteira da Jenifer e, assistindo um clip com uma amiga, fiquei surpresa pela inclusão de uma mulher com sobrepeso no personagem principal – a própria jenifer, nossa amada marcelina! – e de como isso era natural na música, era natural no vídeo, de como toda a produção do clip deixou clara a ideia de que existem mulheres sexys e desejáveis e lindas e, isso independe do corpo. Porque tudo isso é o próprio corpo!

Mulheres, temos um corpo! Homens, nós temos um corpo! E isso já basta!

Nunca imaginei que Jenifer, que chegou do nada e se tornou a música chiclete mais insuportável do mundo, daquelas que a gente canta sem perceber até quando não deve, seria quase um ato político e traria tantas reflexões!

Jenifer para mim deixou de ser uma música e passou a ser uma ideia, passou a representar a possibilidade de sermos. Sem clichês, sem formas pré-definidas, sem padrões. Só sermos.

O que antes era vazio ficou cheio de significado e beleza!

Obrigada Jenifer! E oh, continue no tinder, por favor!

Tem muita gente precisando te encontrar!

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