AQUELE “OI” SEM GRAÇA

Então, à medida que ela se aproxima, você prepara o sorriso, vai parando o passo e mexe os braços como que ensaiando um abraço, para que caso ele aconteça, você já esteja preparado. E vai contando cada segundo, olhando só para a pessoa. Quando finalmente fica do lado dela...

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ROUBARAM MEU FANDANGOS

Andando por lá, em um final de tarde comum na rua da Carioca, percebo o grande mar de invisíveis e o clichê das grandes cidades: as pessoas andam sem se olharem, se esbarram sem se sentirem. Foi então que roubaram meu biscoito. Assim, de súbito como esse ponto na frase.

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O SEU CORPO É SEU?

Assim, despertei a solidificação da ideia - que já estava começando a passar pela minha cabeça sempre - de que meu corpo era uma morada. Meu corpo era a única casa na qual eu realmente habitava. Era o lugar onde eu podia viver minha existência e experienciar o mundo.

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